As picas da moda

 

As “vacinas”, em particular a da AstraZeneca, foram experimentadas primeiramente (em meados de 2020) em quatro países (cinco se considerarmos o Japão, embora este tenha recuado temporariamente após reações adversas severas no Reino Unido) - Inglaterra, África do Sul, Brasil e Índia. Desde há praticamente um ano que só se ouve falar de quatro mutações mais virulentas e agressivas. Estas ocorreram precisamente nos mesmos países onde foram efetuados estes mega ensaios das “vacinas”.

Havendo 195 países no mundo, a probabilidade de isto acontecer situa-se no âmbito dos 1 em 58 milhões...

Falta apenas saber se foi um ato deliberado ou negligente... Artificial foi com certeza.

O push it forward — o “empurra para a frente” — só dá para esticar até certo ponto. A qualquer momento a corda parte e a bolha da verdade rebenta.

Eu quero acreditar que qualquer cientista que se preze teria de detetar esta óbvia relação de causalidade que apresentei acima. Não consigo conceber que aqueles que alegadamente se presumem inteligentes tenham abdicado da totalidade do espírito crítico.

Primeiro a verdade, sob pena de atropelar os mais básicos imperativos morais.

VOU VOLTAR A REPETIR:

As mutações Alpha, Beta, Gamma e Delta são provenientes dos mesmos países onde a “vacina” foi ensaiada, supostamente em testes de fase III, a cerca de 60.000 voluntários — Inglaterra, África do Sul, Brasil e Índia. A PROBABILIDADE DE ISTO OCORRER NATURALMENTE É DE 1 EM 58.409.520.

NÃO PODE SER COINCIDÊNCIA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Se sente que algo não está certo, então é porque, muito provavelmente, não está certo.

Sim, é assim tão simples!

Todos dispomos de um gut feeling, fomos abençoados com este dom. Porque é que haveríamos de insistir em não o querer usar?

Durante mais de um ano, uma mínima franja da população apercebeu-se de que jazia, sub-repticiamente, sob este circo mediático, muita informação bizarra, sinistra, que era preciso tonar pública para que mais pessoas pudessem despertar deste sonho sombrio e hipnotizador.

Mas, neste caso em particular, nem é preciso recorrer ao gut feelingé pura e simplesmente uma questão de lógica!

Eu, quando acordo de manhã, faço o seguinte raciocínio: “E se eu estiver errado? E se… por não alinhar totalmente na narrativa oficial, esteja a prejudicar inúmeras pessoas?”.

Agradeço, por conseguinte, aos que discordam de mim — médicos, farmacêuticos, enfermeiros, psicólogos, cientistas, políticos e restantes cidadãos — que, por obséquio, façam a reflexão no sentido inverso: “E se eu, por não ouvir estas vozes que teimam em alegar que algo não está certo, pela minha inércia, esteja a permitir, tacitamente, que uma verdadeira calamidade (muito maior do que a pandemia pelo vírus em si) venha a assolar o meu país, àqueles que amo?”. É altura de começarem a perguntar internamente porque é que certas pessoas, com uma bússola moral acima da média, se dedicam a querer alertar os outros, abnegadamente, sacrificando carreiras e status financeiro, social e familiar…

Porquê?

Acham sinceramente que elas passaram a despender a quase totalidade do seu tempo livre e até a sua própria saúde só para regozijo ou satisfação pessoal, só para ser do contra?

Para alimentar um qualquer capricho do Ego?

Não! São pessoas com um elevado sentido de ética e moralidade. Pessoas preocupadas e amorosas, com sentido de missão. Nada mais.

É razão para levantar a seguinte questão: o que aconteceu àqueles que passaram a sua longa vida a afirmar “quem te avisa teu amigo é”? Deixaram sinceramente de acreditar neste ditado tão válido?

 

Vitória da Luz,

Ricardo Novais

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