Terapia genética

 


Não, não é uma vacina!

Podem chamar-lhe o que quiserem, mas não lhe chamem vacina, por favor…

As vacinas, classicamente, impedem a propagação da doença na comunidade. Daí aplicar-se o termo EFICÁCIA (e não efetividade, como tem sido amplamente veiculado pela comunicação social e por alguns pretensos “especialistas”). A eficácia mede a capacidade de uma vacina de prevenir que um determinado patogénico consiga desenvolver doença. Por norma, as vacinas são compostas por microrganismos enfraquecidos ou por antigénios específicos (fragmentos desses mesmos patogénicos).

No caso em particular da Covid-19, a utilidade desta formulação genética que está a ser inoculada em massa — a que muito pomposamente chamam de vacina — para a resolução desta “pandemia” é literalmente ZERO, se considerarmos que a mesma não impede minimamente a transmissão na comunidade, como é já do conhecimento geral. Este argumento, por si só, deveria ser o suficiente para banir para todo o sempre o rótulo de “vacina” destas terapias profundamente invasivas e ineficazes.

Porém, os problemas não ficam por aqui: mercê da debilitação do sistema imunológico após a inoculação de mRNA / DNA e da segregação desenfreada de spike da estirpe inicial de Wuhan (o SARS-CoV-2 original) pelas células do próprio corpo (que vão provocar incontáveis fenómenos extemporâneos intensos sobre os locais onde abundam os recetores ACE2 nas membranas celulares) e, subsequentemente, de anticorpos anti-spike contra essa mesma proteína, pode verificar-se, de uma forma paradoxal, um fenómeno de fuga imune (immune escape) em que os vacinados se podem converter em autênticos reservatórios — ou fábricas — de mutações. A melhor maneira de explicar esta reação é a alusão à resistência bacteriana aos antibióticos. Tal informação foi amplamente difundida pela fação que se opunha à implementação da vacinação em massa — verdadeiros especialistas que não sucumbiram às pressões políticas e corporativas, como o Michael Yeadon, o Sucharit Bhakdi e o Geert Vanden Bossche. Era óbvio que o vírus, uma entidade resiliente, perante um obstáculo, iria fazer um bypass, promovendo mutações mais virulentas e fatais.

Em bom rigor, um vacinado, ao contrário do que se vaticina, será, no futuro, muito mais perigoso para um não-vacinado do que o inverso.

Mas a "vacina" não é apenas perigosa para os não-vacinados… ela é particularmente perigosa para o próprio recipiente…

Já ouviram falar de ADE?

O termo — uma sigla em inglês (antibody-dependent enhancement) — significa que os anticorpos produzidos pela "vacina" podem não só não impedir a absorção do vírus pelas células como podem, inclusive, melhorá-la. Isto tem sido observado em estudos com modelos animais envolvendo o SARS e outros coronavírus no decorrer das últimas décadas — uma evidência que não podia ter sido negligenciada antes de ter sido dado início à experimentação global.

Este problema — muito bem sinalizado pela comunidade científica previamente à “pandemia” — parece querer ser agora compensado com reforços sucessivos de “vacina” ou rappel infinitos… Uma espécie de jogo de “empurra para a frente”. Ou seja, continua-se a insistir no erro.

https://www.journalofinfection.com/article/S0163-4453(21)00392-3/fulltext

Depois há outra particularidade: para manter a conservação, viabilidade e biodisponibilidade das vacinas, usa-se uma miscelânea de excipientes. Nas vacinas ditas clássicas (pré-Covid-19), foram muitas vezes — os excipientes — os potenciais desencadeadores de eventuais patologias autoimunes. Neste grupo incluem-se os fragmentos de placenta e de fetos abortados, células animais, metais pesados, como o alumínio, antibióticos, antissépticos e o timerosal (contendo mercúrio).

Nestas “vacinas” da era Covid temos as vesículas lipídicas (lipossomas), adenovírus de primatas e outros “ingredientes secretos”, segundo os fabricantes — "fórmulas" patenteadas.

Investigadores da Universidade de Almeria, Espanha, conseguiram observar (por microscopia eletrónica) que um determinado ingrediente “secreto” apresentava muitas semelhanças com o óxido de grafeno.

https://www.docdroid.net/rNgtxyh/microscopia-de-vial-corminaty-dr-campra-firma-e-1-fusionado-pdf#page=7

O óxido de grafeno é tóxico e potencialmente carcinogénico. É um excipiente que ainda está em fase de estudos. Nunca poderia servir — em circunstância alguma — para incorporar sub-repticiamente o corpo de vacinas que nem sequer estão devidamente aprovadas (têm uma autorização de uso a título de emergência) e estão a ser inoculadas na população mundial.

Por estes e outros motivos, o que não é normal é que uma vacina com tantos óbitos e reações adversas graves associadas continue a ser usada, particularmente em menores, cuja taxa de sobrevivência à Covid é praticamente de 100%.


Para finalizar, alguém nos Estados Unidos da América teve o trabalho de compilar informação acerca destes e muitos outros assuntos envolvendo as vacinas. Cabe-me a mim colocar aqui o link para os interessados poderem navegar:

https://docs.google.com/document/u/0/d/1AD0lL3Rm4lDExo4q7McBxeeHOqO8bCWWerlGu7YJubQ/mobilebasic#

 

Vitória da Luz,

Ricardo Novais


Photo by Mufid Majnun on Unsplash

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