O mundo ao contrário

 


Porque sei que não estou errado?

1 — A probabilidade. Porque a probabilidade de as variantes (VOC — Variants Of Concern) serem provenientes precisamente dos países onde foram testadas inicialmente as "vacinas": Inglaterra, Brasil, África do Sul e Índia, e isso ter ocorrido de forma natural, é baixíssima. Esta probabilidade (sem intervenção humana, das "v@cinas") é por volta de 1 em cerca de 52 milhões. Teria mais hipóteses de acertar no Euromilhões… if you know what I mean…

2 — Os dividendos. Porque desde o início ouvi dizer que as "v@cinas" foram um esforço concertado dos cientistas e da indústria farmacêutica em prol da humanidade. Para isso ser verdade — um gesto abnegado e altruísta —, imagino que fossem cobrados aos Estados, APENAS, os montantes necessários para cobrir os custos do desenvolvimento, da produção e da distribuição das "v@cinas". Os dividendos auferidos pelas farmacêuticas, na casa das centenas de milhar de milhões de euros, fazem-me duvidar das intenções e da génese deste celeuma.

3 — O timing. Porque, como farmacêutico, sei que é virtualmente impossível que certos produtos estivessem prontos em apenas semanas, como é o caso dos testes gold-standard RT-PCR e das “v@cinas”, a não ser que estivesse tudo preparado, prévia e sub-repticiamente, para a sua implementação. Em muitos circuitos alternativos aos mainstream circulam documentos que atestam que já existiam patentes deste vírus, destes testes e desta "v@cina", pelo menos desde 2016.

4 — A censura. Porque desde muito cedo decidiram atacar sem escrúpulos quem tinha uma opinião divergente. Isso, além de anticientífico, é dogmático. Ciência é ouvir até as hipóteses mais estapafúrdias, pois podem ter algum fundamento. A zombaria, a altivez e o desprezo sempre estiveram soterrados em camadas infindas de frustração e de pavor de assumir os erros, revelando uma profunda falta de alinhamento com o divino. Digamos que a estratégia escolhida foi a de empurrar para a frente com a finalidade de tentar escamotear os evidentes atropelos à ética e aos conceitos básicos da medicina, como o lema hipocrático — “primeiro, não fazer mal”. “Se toda a gente for v@cinada — mesmo contra a sua vontade —, todos poderemos repartir as responsabilidades da negligência e dos riscos a que estamos a sujeitar crianças e adolescentes”, pensará a maioria... “Os porcos sentem-se mais limpos quando as pombas caem na lama”.

5 — A divulgação. Porque sempre trabalhei em Saúde e sempre soube que o modus operandi era entregar as más notícias de uma forma ética e ponderada. Sempre foi esta a forma de salvaguardar a estrutura mental dos indivíduos e da sociedade. O circo histérico de mediatização e propaganda que foi montado revela intenções claras de propagação de medo, com objetivos políticos e geopolíticos, pois gente séria - autoridades, médicos, militares e jornalistas - jamais permitiria que circulassem números de mortes e de casos, desenfreadamente, por todos os meios de comunicação, sem qualquer critério e perturbando, de forma irreversível, a saúde mental da população.

6 — Os interesses. Porque do lado dos conspiranóicos ninguém tem, em boa verdade, interesses económicos, políticos ou de qualquer outra espécie. Deixaram, inclusive, as suas vidas profissionais, sociais e económicas entregues à sorte com o propósito de enfrentar um poder oculto, muito maior do que a sua própria existência. O que os move é a força da sua CONSCIÊNCIA. Do lado da narrativa oficial temos políticos e comentadores desportivos a discutir ciência e medicina, sem qualquer autoridade, com uma arrogância e desdém jamais vistos. Uma mistura explosiva cujas consequências se farão sentir no espaço de alguns meses ou anos, estou certo.

7 — A ordem natural das coisas. Porque gente séria e espiritualmente sadia salvaguardaria, em primeira instância, a saúde mental e física das crianças. Forçá-las a todas estas medidas restritivas - máscaras e até a "v@cina" - sem justificação válida, como é comprovada pela maioria dos dados e dos estudos, incluindo estudos no Lancet e no BMJ, revela uma grotesca falta de compaixão e uma abissal fratura da alma. Recordam-se do filme Titanic? Quem entrava primeiro para os botes salva-vidas? As crianças, certo? Imaginem, agora, que naquela situação extrema deixaríamos as crianças no barco a afundar-se e colocávamos, ao invés, todos os idosos nos botes, alegando que era vital salvar os mais velhos primeiro… Isso seria contranatura, não acham?

8 — A justificação. Porque desde o início as autoridades e os governos tentaram escamotear os tratamentos precoces empíricos, de elevada eficácia, de baixo custo e de baixa toxicidade, enaltecendo, ao invés, a “v@cina”, com claros interesses financeiros encapotados. Vocês sabiam que se tivesse havido um tratamento eficaz, as “v@cinas” NUNCA teriam conseguido obter a autorização de uso a título de emergência? Nenhum tratamento foi aprovado por pura pressão política e económica. Em contraponto, o governo de Tóquio resolveu dar “luz verde” à ivermectina e, praticamente desde então, não tem tido casos, só para dar um pequeno exemplo. O tratamento precoce eficaz é sempre preferível a qualquer meio profilático no meio de uma pandemia, porque tem menos possibilidades de promover mutações, num fenómeno de escape imunológico, e perder a eficácia (que é precisamente o que está a acontecer).

9 — A repressão, a opressão e a coerção. Parece que os meios mainstream tentaram sempre esconder o que se está a passar verdadeiramente em países como a Austrália. Já vi vídeos de abuso policial de uma violência atroz a pessoas que apenas passeavam no parque para apanhar um pouco de ar. Num país onde praticamente não havia casos significativos, não havia qualquer justificação válida para passar vários meses em confinamento absoluto. Isso é uma prova de que há intenções claras de opressão e há desígnios de controlo absoluto da humanidade.

10 — O certificado digital. Desde cedo quiseram implementar um documento que facilitasse a circulação das pessoas durante esta p@ndemia. Este documento seria útil apenas temporariamente, tendo várias nuances: ou através da recuperação da doença — a famigerada imunidade natural, de longe superior a qualquer outra “imunidade” artificialmente induzida —, através da “v@cina” ou através de um teste válido, realizado nas 48 horas antecedentes à apresentação do documento. Teria utilidade para viagens internacionais, atravessar fronteiras e pouco mais. Hoje, a sua utilização é indiscriminada em restaurantes, ginásios, museus e até cabeleireiros e pondera-se, inclusive, a sua aplicação ad eternum, sem as vertentes de imunidade naturalmente adquirida e de testes realizados no prazo referido. Esta é mais uma prova de que tudo isto foi criado para controlo absoluto, com base na imposição de uma terapia genética experimental. Sem justificações científicas que comprovem a validade de tal medida, a maioria assenta a sua justificação em MERA DEMAGOGIA. Ou seja, qualquer revista científica que se preze atesta que a “v@cina” não impede a transmissão, pois trata-se de uma imunização não estéril. Por outras palavras, a imposição de tal certificado, não é apenas maldosa e discriminatória, é vazia de sentido.

Em suma, têm-nos mentido sempre. Só não vê quem não quer ver.

Vitória da Luz,

Ricardo Novais

As opiniões expressas refletem unicamente a opinião do autor. Na falta de estudos científicos credíveis de parte a parte sobre este tema, deve o leitor conduzir a sua própria pesquisa. Em caso de dúvidas, deve consultar o seu profissional de saúde.

Comentários

Enviar um comentário

Mensagens populares deste blogue

A Montanha pariu um Rato

Afinal Deus é grande

Autoimunes