Quando a realidade supera a ficção


Terminado o prazo para avisar, é chegado o momento de tomar decisões individuais vitais e de agir em conformidade com vista à própria sobrevivência.

Convém, todavia, relembrar como chegámos até aqui.

Se formos intelectualmente honestos, é muito simples de entender...

Há décadas que certos grupos elitistas, como o World Economic Forum (WEF) — organizadores da famigerada conferência anual de Davos —, o grupo Bilderberg, todas as máfias, os oligarcas de todas as proveniências imagináveis, sobretudo as grandes monarquias mundiais e demais aristocratas, pretendem não só um enriquecimento exorbitante, concentrando todo o dinheiro e poder no seu restrito clube de déspotas, como também um açambarcamento absoluto e global das economias do coletivo humano, tornando as pessoas pobres, fracas e doentes e, por conseguinte, ideais para se tornarem ESCRAVAS das suas extravagantes e horripilantes volúpias.

Tais incluem orgias, rituais lascivos, satânicos, com sacrifícios humanos, comportamentos sexuais desviantes, incluindo a pedofilia, tráfico de mulheres e de crianças, ao sabor agridoce de substâncias exóticas extraídas do soro humano, como o adrenocromo, entre outras drogas.

Estes rituais são comuns em inúmeras sociedades secretas, misturando gente corrupta e corruptível (políticos, diretores dos meios de comunicação social, figuras públicas e influencers), transmitindo a pálida ilusão de que há uma espécie de igualdade entre os oligarcas e as restantes marionetas. Porém, nada poderia estar mais longe da verdade… os políticos, jornalistas e opinion leaders foram entronizados nestas sociedades como um mero meio para atingir um fim. Quem realmente manda são as elites, e, no final, serão descartados mediante as necessidades e as lealdades. São carne para canhão.

Como "fabricaram" eles, então, um plano "à prova de falhas"?

Primeiro — Era necessário criar uma geração de idiotas crentes, arrogantes, acríticos, obesos, intelectualmente preguiçosos, covardes e corruptíveis. Deram-nos televisões, álcool e drogas, filmes estilo rambada, violência gratuita, sexo e pornografia — dilacerando a conexão inata e a virtude espiritual com que fomos abençoados —, fast food, aditivos alimentares, cadeias completas de distribuição alimentar (eu aposto que, ficando as prateleiras vazias nos supermercados, a maioria morrerá à fome, simplesmente porque não sabe o que procurar na natureza para comer, sendo incapaz de plantar, criar, caçar ou pescar), excesso de tecnologia e toneladas de desinformação. Nestas condições, mercê da monotonia dos trabalhos da modernidade, o descanso à frente da televisão no final do dia proporcionou, paradoxalmente, o caldo primitivo para a manipulação subconsciente das vontades, impingindo demagogias e preconceitos através de mensagens subliminares, que a maioria nem percebe que lhe estão a ser sub-repticiamente implantadas.

Como as necessidades básicas — as da base da pirâmide: a alimentação, a saúde, a segurança — estavam APARENTEMENTE supridas, criou-se a ilusão de que a FELICIDADE só poderia ser alcançada pela propriedade material, pela ambição desmedida, pela COMPETIÇÃO desleal e pelo total desvio do propósito de existência no decurso da experiência humana durante a curta passagem por este planeta. Introduziu-se o conceito do CRESCIMENTO e da evolução tecnológica — isto é, de uma pretensa “máquina da felicidade” — e adaptou-se a educação em função destes aberrantes valores.

Segundo — Depois de décadas a treinar e doutrinar aprendizes para comandar os desígnios da globalidade das nações, usaram com descaramento a propaganda, via os meios de comunicação generalistas, para promover “democraticamente” as ascensões galácticas de determinadas figuras do intrincado xadrez político e corporativo, em autênticos ídolos televisivos, em “HERÓIS” por acaso, sem o merecerem de facto.

A promoção pelo mérito foi paulatinamente substituída pelo populismo e pela demagogia. Não se conhece nenhum dirigente político de relevo que não tenha vindo de uma longa carreira de exposição mediática, de “comentador” televisivo ou até de “especialista” ad hoc. Isso não é ciência, isso não é mérito, isso nem sequer é bom senso, porém sempre estiveram ali as provas, à vista de todos…

Na Idade Média havia os REIS e havia os BOBOS DA CORTE. Não havia a possibilidade de os BOBOS DA CORTE se tornarem REIS…

E assim se conseguiu que determinados palhaços e demais comediantes, incapazes de concluir — sequer — os cursos académicos a que se propuseram, por mera incompetência, preguiça e/ou inaptidão, chegassem às lideranças e esferas de influência.

Gozar com alguém é fácil. Em contrapartida, fazer humor é deveras difícil. É por isso que quando se ultrapassam determinados limites, não há isenção, não há compreensão nem misericórdia e podem estes humoristas de bolso estar sujeitos a levar um tabefe… ou até a desencadear uma guerra mundial…

Um pouco à semelhança da narrativa da “cigarra e da formiga”, a sociedade sempre deu preferência à meritocracia. É notória, contudo, nos últimos anos, uma completa inversão de valores…

Com estes palhaços / fantoches no poder, as elites ficaram — evidentemente — com a faca e o queijo na mão.

Terceiro — Parafraseando o WEF, “uma CRISE nunca deve ser desperdiçada”.

No espaço de dois anos e meio “eclodiram” magicamente duas CRISES. Uma de saúde e outra beligerante. Para quem tem o ensejo de pressionar o botão de RESET da humanidade, nada poderia ter sido mais conveniente. Conseguiram sacudir os alicerces das necessidades primordiais — a SAÚDE e a SEGURANÇA. Falta a terceira, a da FOME física — o ALIMENTO.

Esta já está, porém, encomendada, sob a bandeira dos devaneios de um ditador beligerante. Todavia, quem tem dois dedos de testa consegue perceber que as sanções económicas apenas tiveram, por enquanto, um único sentido. Ainda não houve sequer retaliação e qualquer eventual aumento de “preços” ou “juros” nesta fase é meramente ESPECULATIVO. Ou seja, o óleo e o gás continuam a rolar pelos óleo e gasodutos. Ainda não fecharam a torneira. A culpa é das nossas democracias, governantes, economias, modos de vida ocidentalizados, interesses corporativos e da lassitude dos cidadãos.

Estamos a ser roubados e não é por culpa da guerra, meus amigos…

Além de roubados, estamos a ser enganados, pois a CRISE adivinhava-se após dois anos de total descalabro social e económico.

A guerra é somente uma cortina de fumo para justificar algo que era inevitável e que já se adivinhava há muito.

Agora é o “salve-se quem puder”.

 

Step out of the box,

Ricardo Novais


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