Olho por olho e o mundo acabará cego

Ando impressionado com o facto de a maioria da população estar total e invariavelmente hipnotizada e endoutrinada, ao ponto de não reconhecer as verdadeiras ameaças, mesmo quando elas desfilam estrepitosamente perante as suas ventas (eventualmente cobertas por fraldas faciais). Não me refiro à intuição, porque essa já foi à vida há muito. Foco-me em concreto no velho e fiável senso comum. Vejamos:

— Joe Biden, presidente dos EUA, perante uma das maiores crises económicas jamais sentidas, em pleno mandato, opta por acirrar o medo, já enraizado nas pessoas, dizendo: “É preciso levar a sério esta ameaça da varíola dos macacos”. Deseja ele retrair ainda mais a economia com estas afirmações?

— Países como Portugal, Espanha e EUA garantem ter um bom stock de “v@cina” contra a varíola. Acho curioso e oportuno esta gente ter-se preparado em 2019 amealhando um stock de milhões de “v@cinas” para uma doença que está totalmente erradicada desde a década de 1980;

— O Senado norte americano decide enviar 40 mil milhões de dólares de ajuda à Ucrânia e RECUSA — no mesmo dia — um pacote de 48 mil milhões para ajudar os seus pequenos empresários do comércio e restaurantes;

— António Costa, primeiro-ministro de Portugal, vai visitar o presidente ucraniano e este leva-o, na habitual tournée, estilo Rotary club, a uma cidade esburacada pelos obuses, numa nítida atitude de vitimização: “Olha o que os mauzões dos russos fizeram…”;

— O mesmo primeiro-ministro de Portugal promete, no mesmo momento, embevecido, fornecer armamento — mediante cardápio — e ajuda financeira quando o seu próprio país (que ele próprio governa) atinge níveis impensáveis de pobreza e uma escalada de preços recorde. Nem há palavras para descrever este comportamento… “Demagogia” surge-me na mente, mas simplesmente não tem a força suficiente;

— As televisões, fazendo uma pausa da malograda guerra na Ucrânia, bramem desmesuradamente que os casos de Coiso-19 estão a aumentar e que é preciso voltar ao velho açaime e demais castigos corporais. Tomara… 30K a caminho dos 60K faz com que este pequeno retângulo à beira-mar plantado seja o pior exemplo de gestão de saúde a nível global, bem destacado no topo;

— No meio desta confusão está reunida uma vez mais a cimeira de Davos, na Suíça, com o sorumbático e sinistro Klaus Schwab da WEF como anfitrião. O presidente da Ucrânia é convidado para discursar para os participantes;

Vários países, como os EUA e Portugal, entregam a soberania de mão-beijada — em bom rigor uma traição à pátria — à Organização Mundial de Saúde (OMS), em caso de emergências de saúde, sem o mínimo esboço de debate ou consulta pública. Os meios de comunicação generalistas nem em rodapé passaram essa informação ao público que, talvez hipnotizado com fait-divers de outras naturezas, deixou passar despercebido.

Uma miríade de outros exemplos flagrantes de atropelos à nossa saúde, soberania, liberdade de expressão e até inteligência poderiam ser dados nestes autênticos tempos de trevas. Porém, parece-me mais lógico, em alternativa, dar ênfase a outros pormenores:

1 — Quando se fala em sexta vaga de Coiso-19 é preciso refletir que sendo Portugal um dos países com maior taxa de v@cinação, senão o mais v@cinado do mundo, é muito suspeito estarem a surgir casos em catadupa agora, quando o clima está moderado, quase a roçar o verão. Das duas uma: ou a v@cina não cumpre minimamente a sua função ou é ela própria a causadora deste monstruoso PARADOXO. Uma vez que falamos de um vírus que nunca foi isolado em laboratório, apenas tratado por meios de biologia molecular (PCR e sequenciação), será possível supor que se poderá tratar de uma exacerbação potenciada pela v@cina e não de um verdadeiro surto? Poderá ter havido lugar a uma possível integração no genoma (via o mRNA artificialmente introduzido) e haver uma expressão desenfreada de spike a nível orgânico? Isso explicaria a positividade dos testes rápidos de antigénio e dos PCR e os sintomas dos milhares que inundam o SNS. Qual é a resposta dos alegados especialistas: “v@cinar mais”… Alguém se lembrou de correlacionar a “sexta vaga”, as hepatites agudas sem etiologia conhecida, a varíola dos macacos, as mortes súbitas em excesso, os AVC’s, os problemas cardíacos, as tromboses e a exacerbação dos casos de cancro e de doenças autoimunes com a toma em massa da v@cina do Coiso-19? NÃO… (não convém… a admissão da culpa é uma coisa tramada);

2 — Não há nenhum cientista capaz de considerar uma incrível coincidência, digna de um estudo de correlação, o facto de surgir agora um surto de varíola dos macacos e a v@cina da Astra ter precisamente um adenovírus de chimpanzé. Ninguém relaciona a hepatite aguda com esses mesmos vetores de adenovírus envolvendo uma possível imunodepressão generalizada induzida pela v@cina?

3 — Pode haver várias interpretações para a guerra, e concordo que estão ABSOLUTAMENTE corretas a solidariedade e a compaixão para com as vítimas inocentes, mas mantém-se válido o velho ditado popular: “Entre marido e mulher não se mete a colher”. Quero com isto dizer que se entrarmos numa caverna onde está a hibernar um urso, o melhor é sairmos silenciosamente e não o acordar. Parece-me má política provocá-lo, sob que pretexto for, senão corremos o risco de ele acordar abruptamente e vir atrás de nós, furibundo. Isso não faz do urso um demónio, um bully

Na minha curta existência, quando tinha onze anos, lembro-me de um colega com quem fazia o trajeto pedonal até casa e que, ao sentir-se respaldado pela minha presença, decidiu provocar, sem motivo aparente, um vasto conjunto de gunas do bairro junto à nossa escola. Porque haveria eu de ter de me envolver numa confrontação que não me dizia minimamente respeito a não ser conhecer o malogrado rapaz? Porque decidiu ele provocar uma massa de moços potencialmente perigosa?

Certa vez recebi a visita de um familiar ainda criança, com uns seis ou sete anos. Eu teria uns doze ou treze. Estávamos a relaxar na varanda quando por impulso ele decidiu cuspir e insultar um grupo de ciganos. Curiosamente, no momento, nada disseram ou fizeram, mas na manhã seguinte o meu pai foi brindado com um poio de merda colossal nas nossas escadas da frente. Podemos concluir que, apesar de tudo, foi um golpe de sorte a represália não ter sido muito mais violenta. Porque decidiu o meu priminho acirrar os ciganos? Eu, como sempre tinha vivido perto do bairro onde eles habitavam, tinha uma forma moderada e assertiva de convivência com eles.

Já adulto e pai de três filhos, num jantar de Natal de empresa acabei encalhado com um colega totalmente inebriado numa das principais discotecas do Porto. Era eu que lhe ia dar boleia. De repente ele avistou uma modelo conhecida nacionalmente e segredou-lhe qualquer coisa ao ouvido, mesmo nas barbas do namorado que estava ao lado. Quando lhe perguntei o que lhe tinha dito ele respondeu: “disse-lhe que o namorado dela (cirurgião plástico) tinha feito um trabalho horrível nas mamas, pois estavam horríveis”. Perante o grupo de gente exasperada só tive tempo de lhe puxar pelos colarinhos e tirar-nos dali para fora a correr, antes de ficarmos OS DOIS em picadinho. Eu não tinha nada a ver com o assunto e a minha vida podia ter acabado ali com ele, perante tamanha estupidez e inconsequência.

Enquanto não houver total transparência, abstenho-me de ser parcial nesta matéria e alinhar numa narrativa de sentido único. É uma questão de bom senso. Imaginem que passados uns tempos vínhamos a descobrir que algumas destas putativas epidemias tinham sido desenvolvidas num determinado laboratório ucraniano, patrocinado pelos EUA ou outras entidades. Ou que debaixo da Azovstal existia um complexo de túneis onde se procedia regularmente ao tráfico de mulheres e crianças?

Sem certezas devemos ser prudentes e comedidos…

Ricardo Novais

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