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Aqui Jazz Portugal

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  A toda a hora ouvimos música em casa, no carro e no trabalho. A música faz parte do nosso quotidiano e é uma magnífica companhia, apaziguando a alma. É também uma excelente forma de elevarmos a nossa vibração individual e a do ambiente. Porém, convém relembrar que, desde 1939 — período em que decorria a 2ª Guerra Mundial —, praticamente toda a música que conhecemos e que é tocada atualmente nas nossas rádios, televisão e nos formatos digitais, começou a ser produzida com instrumentos afinados a 440 Hertz, portanto, de 440 ciclos por segundo, ao invés dos tradicionais 432 Hz — a frequência a que os mestres Beethoven, Bach e tantos outros grandes músicos compuseram as suas obras. De um modo muito redutor, para estes grandes mestres, a frequência de 432 Hz — o padrão na sua era — era simplesmente mais harmónica e ressonante com a energia da Natureza e de Deus, portanto do amor (chakra cardíaco). Inclusive, os seus conceitos de concordância com o universo eram tão profundos que uma gra

Hertz, donut?

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  Hertz, donut?   O hertz é a unidade de medida internacional que mede a frequência e equivale a um ciclo por segundo. Falamos, obviamente, da frequência de um evento periódico, de oscilações (vibrações), ou seja, de ondas. Quando algo se propaga na natureza de uma forma cíclica dá origem a uma onda. Essas ondas podem ser de natureza material, física, quando chegam até nós pela água, sob a forma de ondas do mar, por exemplo, ou de natureza mais energética como o som ou a luz. A luz, bem como a miríade de ondas eletromagnéticas flutuantes, como as ondas de rádio, telemóveis e os wifi , não necessitam de um suporte físico para se propagarem, isto é, têm a capacidade de se deslocarem livremente no vazio. O som, por sua vez, necessita sempre de um suporte físico para se difundir, habitualmente a água e/ou o ar. Quanto maior a quantidade de água, maior a propagação. É por este motivo que conseguimos ouvir mais claramente as sirenes ou os apitos dos comboios ao longe quando o tempo está

Campos mórficos

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  Campos mórficos Photo by David Clode on Unsplash O termo foi introduzido pelo cientista britânico Rupert Sheldrake. Segundo ele, “os campos mórficos compreendem a organização de animais, plantas, células, proteínas, cérebros e mentes. Eles ajudam a explicar hábitos, memórias, instintos, telepatia e sentido de direção. Têm uma memória inerente e levantam a dúvida de que muitas das conhecidas ‘leis da natureza’ serão algo bem mais profundo e invisível do que simples hábitos”. Parece complicado? Como a própria etimologia sugere, um campo mórfico é a energia que envolve, organiza e sustenta uma forma . Essa forma pode ser de organização celular ou tecidular (dando forma a um órgão, por exemplo), no caso de um indivíduo em particular, ou de um determinado comportamento mental e social , no caso de um grupo de indivíduos unidos por laços emocionais (um traço cultural dos portugueses, por exemplo). Para melhor compreensão deste conceito, imaginemos o exemplo de um campo mórfico t

Multidimensionalidade

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  Multidimensionalidade   Ao passarmos os olhos por A matriz divina , de Gregg Braden, entendemos que de acordo com os vários modelos de teoria quântica — a interpretação de Copenhaga, a interpretação dos muitos mundos ou a interpretação de Penrose — experimentamos a realidade que escolhemos perante infinitas possibilidades, que podemos denominar de universos paralelos. A forma de “fechar” a nossa realidade está mais relacionada com aquilo que sentimos ao invés de com aquilo que pensamos, daí o facto de nem sempre funcionar o “pensamento positivo”. Quer isto dizer que se queremos efetivamente alterar a nossa realidade para um plano pleno de abundância e felicidade, devemos percorrer a senda da gratidão, do perdão e do amor incondicional, que constituem a derradeira linguagem universal. Até podemos idealizar (com a mente) um mundo isento de dor e negatividade, contudo, se não o sentirmos (com o coração), vemo-nos permanentemente encurralados numa espiral de comiseração e desespero.

Orgonites

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  Orgonites A Orgonite não é apenas uma mera peça decorativa. É uma poderosa ferramenta, extremamente benéfica para o organismo, que manobra a energia invisível — Qi , prana , energia vital —, modulando-a. Na década de 40 do século XX o médico psicanalista Wilhelm Reich dedicou-se ao estudo desta energia essencial, que inunda o nosso mundo. Ele procurava uma forma de superar os desequilíbrios psíquicos profundos e a cura de doenças intrincadas de debelar, como o cancro. Para Reich, um estado de orgone positivo estava presente nas situações expansivas, felizes, solares, húmidas e quentes e o orgone negativo, nas situações rígidas, contraídas, tenebrosas, secas e frias. Para ele, a energia orgone estava em toda o lado: nas pessoas, na natureza, nos mares e nos animais. As pesquisas iniciais de Reich versavam sobre as teorias de Sigmund Freud para os distúrbios mentais em seres humanos. Ele acreditava que os traumas e os bloqueios mentais e emocionais impediam o livre fluxo de energi

Respeito

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  Respeito Créditos - Post Malone (vídeo da música "Circles") “Quando se receou demais aquilo que pode acontecer, acaba-se por encontrar algum alívio quando isso acontece”, Joseph Joubert Em primeiro lugar queria deixar uma palavra de respeito e admiração por todos os profissionais — e não só os médicos intensivistas — que são obrigados a lidar de perto com a epidemia, correndo indiscutivelmente imensos riscos. Em segundo lugar gostava de falar de respeito. Quem questiona a idoneidade intelectual das pessoas que duvidam da sensatez e da proporção de certas medidas políticas relacionadas com a pandemia, denominando-as, inclusive, de “ignorantes”, demonstra arrogância, prepotência e sofre daquilo que é conhecido como o complexo de Deus, muito comum na comunidade médica. Isto é particularmente grave quando se ataca colegas de profissão com opiniões divergentes. Estive a dar uma espreita no código deontológico médico para sondar as analogias com outras deontologias na á

E a Suécia, carago?

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E a Suécia, carago? Há uns meses não faltavam especialistas nas redes sociais a criticar desenfreadamente o modelo de atuação sueco. “É um fracasso!”; “São desumanos!”; “Não querem saber dos velhos”, entre outras acusações. Então não é que uns parcos meses após essa análise facciosa, quando a incidência de casos confirmados de infetados com o SARS-CoV-2 que sorrateiramente (ou talvez não) disparou na Lusitânia, os mesmos especialistas que tão severamente fustigaram o modelo, se esqueceram (deliberadamente?) de fazer as devidas comparações com as medidas optadas por esse mesmo país europeu, com uma população similar ao nosso país? De igual forma parece-me bizarro que de repente tenha havido também um boom exponencial de cientistas, virologistas, pneumologistas e epidemiologistas a aparecer nos noticiários a apregoar o fim do mundo: “Tenham medo!”; “Enquanto não houver vacina, o ideal é evitar o contacto social!”; “A doença deixa sequelas irreversíveis a nível pulmonar e neurológi