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O mundo ao contrário

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  Porque sei que não estou errado? 1 — A probabilidade . Porque a probabilidade de as variantes (VOC — Variants Of Concern ) serem provenientes precisamente dos países onde foram testadas inicialmente as "vacinas" : Inglaterra, Brasil, África do Sul e Índia, e isso ter ocorrido de forma natural, é baixíssima. Esta probabilidade (sem intervenção humana, das "v@cinas") é por volta de 1 em cerca de 52 milhões. Teria mais hipóteses de acertar no Euromilhões… if you know what I mean… 2 — Os dividendos . Porque desde o início ouvi dizer que as "v@cinas" foram um esforço concertado dos cientistas e da indústria farmacêutica em prol da humanidade. Para isso ser verdade — um gesto abnegado e altruísta —, imagino que fossem cobrados aos Estados, APENAS , os montantes necessários para cobrir os custos do desenvolvimento, da produção e da distribuição das "v@cinas". Os dividendos auferidos pelas farmacêuticas, na casa das centenas de milhar de milhões de

Pá, se és hipocondríaco não culpes o bicho

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  Não! Não é culpa do v1rus se tens um MEDO irracional! Não! Não há qualquer tipo de viés ou cherry picking na apresentação destes números. Para quem não conhece estes termos, viés é uma adulteração grosseira dos dados, induzindo a conclusões distorcidas, e cherry picking  é um "embelezamento" dos resultados por forma a ludibriar os mais desatentos. Por exemplo, cherry picking é afirmar nos relatórios (que as farmacêuticas submetem às entidades reguladoras para aprovação) que uma determinada vac1na tem uma eficácia de 95%, não especificando se essa eficácia é, porém,  relativa ou absoluta . Viés — por outro lado — é alegar que ela é 100% segura, sem haver dados suficientes a curto, a médio ou a longo prazo. Viés é convencer as pessoas a tomá-la sob a alegação de que a mesma confere proteção da transmissibilidade quando, na verdade, isso é inteiramente falso. Estás a ver a diferença? Limito-me a apresentar estes números sem qualquer manipulação. É a verdade nua e crua . A

Terapia genética

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  Não, não é uma vacina! Podem chamar-lhe o que quiserem, mas não lhe chamem vacina, por favor… As vacinas, classicamente, impedem a propagação da doença na comunidade . Daí aplicar-se o termo EFICÁCIA (e não efetividade, como tem sido amplamente veiculado pela comunicação social e por alguns pretensos “especialistas”). A eficácia mede a capacidade de uma vacina de prevenir que um determinado patogénico consiga desenvolver doença. Por norma, as vacinas são compostas por microrganismos enfraquecidos ou por antigénios específicos (fragmentos desses mesmos patogénicos). No caso em particular da Covid-19, a utilidade desta formulação genética que está a ser inoculada em massa — a que muito pomposamente chamam de vacina — para a resolução desta “pandemia” é literalmente ZERO, se considerarmos que a mesma não impede minimamente a transmissão na comunidade, como é já do conhecimento geral. Este argumento, por si só, deveria ser o suficiente para banir para todo o sempre o rótulo de “

Decisão fatal

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Quando decides criticar sem investigar, assumir sem interrogar, é porque, na tua ignorância, bem no fundo, não quiseste saber, não tiveste a compaixão necessária para desligar a televisão e dedicar algumas horas ou dias a estudar aquilo que bem pode ser a decisão mais importante da tua vida. Ora, se és menor, competia aos teus pais estudarem por ti. Se és o adulto responsável, se és o pai ou tutor, não tens desculpa — és um colaboracionista e compactuaste com um crime hediondo: deixaste a saúde do teu filho à mercê de interesses político-corporativos. Mais tarde podes não ter estrutura emocional para assumir os erros da tua inação. O tempo ditará as sentenças. É normal um neto enterrar um avô. O contrário é contranatura... É curioso que te julgas democrático, mas nem por um momento puseste a hipótese de a razão estar do lado oposto. Decidiste entrar na onda e isso tem um nome — comportamento de manada. Achas, porventura, que eu decidi, na loucura, desperdiçar doze anos de ensino supe

Cherry picking

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  Correndo o risco de ser censurado neste mundo cibernético de falsidade e intolerância, vou tentar responder com o máximo de elevação e respeito — coisa que a vasta maioria da fação que pensa de modo oposto a mim tem dificuldades em entender: Vejo diariamente a malta a embandeirar em arco mediante os pretensos êxitos da tal terapia experimental genética (TEG), suportados por uns quantos números surripiados de um buraco obscuro qualquer. Alegam, de peito cheio, que a dita TEG tem baixado o número de internamentos e óbitos. Sem me alongar em demasia, vou tentar apresentar sumariamente alguns pontos para reflexão: 1 — Antes de colocarem no espaço privado de cada um qualquer tipo de valores ou estatísticas devem fazer um esforço para verificar as fontes. Eu faço sempre isso, sacrificando o meu tempo pessoal. Recomendo o site https://ourworldindata.org/coronavirus/country/portugal . É um spinoff da Universidade de Oxford e merece a minha total confiança. É, por conseguinte, fidedign

As picas da moda

  As “vacinas”, em particular a da AstraZeneca, foram experimentadas primeiramente (em meados de 2020) em quatro países (cinco se considerarmos o Japão, embora este tenha recuado temporariamente após reações adversas severas no Reino Unido) - Inglaterra, África do Sul, Brasil e Índia . Desde há praticamente um ano que só se ouve falar de quatro mutações mais virulentas e agressivas. Estas ocorreram precisamente nos mesmos países onde foram efetuados estes mega ensaios das “vacinas”. Havendo 195 países no mundo, a probabilidade de isto acontecer situa-se no âmbito dos 1 em 58 milhões... Falta apenas saber se foi um ato deliberado ou negligente... Artificial foi com certeza. O push it forward — o “empurra para a frente” — só dá para esticar até certo ponto. A qualquer momento a corda parte e a bolha da verdade rebenta. Eu quero acreditar que qualquer cientista que se preze teria de detetar esta óbvia relação de causalidade que apresentei acima. Não consigo conceber que aqueles q

Medo

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Quando nos deparamos com a questão: “És inteligente?”, creio que a melhor resposta será sempre: “Quando me convém.” Depois de sucessivos saltos evolutivos o homem destaca-se dos restantes animais pela capacidade de efetuar raciocínios complexos. Grosso modo, mercê dessa evolução, de acordo com Maclean, a capacidade de decisão pode advir de três zonas distintas: o cérebro reptiliano — responsável pelos instintos básicos de sobrevivência —, o cérebro mamífero — responsável pelas decisões de “manada” — e o cérebro primata — responsável por um entendimento mais abstrato e por cálculos mais elaborados. Anatomicamente temos também inúmeras peças de puzzle no interior do nosso crânio: o tronco cerebral, o hipotálamo, o tálamo, o hipocampo, o córtex, o cerebelo, a pineal, a hipófise, a amígdala, entre outras. Quanto maior a permanência decisória nos dois cérebros mais primitivos — o reptiliano e o mamífero —, menor é a capacidade de evoluir emocional e espiritualmente. Este padrão, inf