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Pior cego é aquele que não quer ver

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Estou francamente feliz. A Nova Ordem Mundial deu, por fim, o derradeiro "tiro no pé", que eu há muito esperava (em bom rigor já tinha dado muitos anteriormente, mas a falta de inteligência e hipnose generalizada deixou passar despercebido, como, por exemplo, as grandes variantes do C O V I D serem provenientes precisamente dos mesmos países onde a v@cina tinha sido testada inicialmente). Por mais resistente à verdade que um indivíduo de inteligência média tenha sido durante a putativa pandemia por S A R S - C o V - 2 , zombando inclusive, embuído numa nuvem de fel, dos teóricos da conspiração e similares, agora, perante o novo "alarme" soado pela OMS, de uma nova "ameaça" mundial, desta feita através da "varíola do macaco", é obrigado a reconhecer que houve EFETIVAMENTE uma maquinação sinistra e tenebrosa nos bastidores. A NTI é uma organização de segurança global sem fins lucrativos centrada na redução de ameaças nucleares e biológicas que põ

Olho por olho e o mundo acabará cego

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Ando impressionado com o facto de a maioria da população estar total e invariavelmente hipnotizada e endoutrinada, ao ponto de não reconhecer as verdadeiras ameaças, mesmo quando elas desfilam estrepitosamente perante as suas ventas (eventualmente cobertas por fraldas faciais). Não me refiro à intuição, porque essa já foi à vida há muito. Foco-me em concreto no velho e fiável senso comum. Vejamos: — Joe Biden, presidente dos EUA, perante uma das maiores crises económicas jamais sentidas, em pleno mandato, opta por acirrar o medo , já enraizado nas pessoas, dizendo: “É preciso levar a sério esta ameaça da varíola dos macacos”. Deseja ele retrair ainda mais a economia com estas afirmações? — Países como Portugal, Espanha e EUA garantem ter um bom stock de “v@cina” contra a varíola. Acho curioso e oportuno esta gente ter-se preparado em 2019 amealhando um stock de milhões de “v@cinas” para uma doença que está totalmente erradicada desde a década de 1980 ; — O Senado norte americano

O novo NORMAL

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Existe um plano lúgubre e nefasto para nos tornar a todos escravos . As Elites assemelham-se a um lobo sob a pele de cordeiro e são-nos apresentadas como a Nova Ordem Mundial, o Governo Global ou a Quarta Revolução Industrial, títulos que até muito recentemente eram tidos como meras teorias da conspiração e que agora são citados corriqueiramente, com uma “normalidade” acutilante que até dói. Como se, afinal, tivessem pairado sempre por aí, à vista de todos. E estavam, só que apenas alguns de nós éramos capazes de os detetar. No entanto, as Elites movimentaram-se eficazmente na calada da noite para agora, finalmente, desferir um autêntico XEQUE (abstenho-me de usar xeque-mate porque, emboras elas não saibam, a Luz já venceu) à humanidade, neste intrincado xadrez geopolítico e económico. No derradeiro assalto às nossas liberdades. Graças aos subliminares e à Programação Neurolinguística (PNL) , conseguiram, durante décadas, a implantação de conceitos aberrantes à nossa natureza

Quando a realidade supera a ficção

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Terminado o prazo para avisar, é chegado o momento de tomar decisões individuais vitais e de agir em conformidade com vista à própria sobrevivência. Convém, todavia, relembrar como chegámos até aqui. Se formos intelectualmente honestos, é muito simples de entender... Há décadas que certos grupos elitistas, como o World Economic Forum (WEF) — organizadores da famigerada conferência anual de Davos —, o grupo Bilderberg, todas as máfias, os oligarcas de todas as proveniências imagináveis, sobretudo as grandes monarquias mundiais e demais aristocratas, pretendem não só um enriquecimento exorbitante, concentrando todo o dinheiro e poder no seu restrito clube de déspotas, como também um açambarcamento absoluto e global das economias do coletivo humano, tornando as pessoas pobres, fracas e doentes e, por conseguinte, ideais para se tornarem ESCRAVAS das suas extravagantes e horripilantes volúpias. Tais incluem orgias, rituais lascivos, satânicos, com sacrifícios humanos, comportamento

O gigante com pés de barro

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  É muito simples a forma de eu ver a coisa. Durante estes dois anos tentei personificar a GRANDE lacuna da ciência — a ausência de um observador do observador. Se preferirmos, um meta-observador. Sem um controlo externo, sem os vários contrapontos, mercê de interesses financeiros encapotados, foi fácil empurrar irrevogavelmente a ciência para uma roda-viva imparável, para uma eterna espiral de autodestruição. Quero com isto dizer que a verdadeira ciência — a que duvida sempre e fica feliz por ser desafiada —, agora, ao invés, apoiada em doxas e dogmas e sacrificada no altar macabro dos interesses corporativos, foi ferida de morte. O novo normal vestiu a máscara da falta de ética, da dilaceração da moral e do estrangulamento dos valores fundamentais e decidiu silenciar quem por fim mostrava a coragem para erguer uma voz contestatária. Surgiu uma nova religião cuja divindade era a COISA. Quem desafiava a COISA era um herege e merecia uma exemplar punição. Implementou-se um sal

As vitaminas e os bichos-papão

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  Apresentar resumidamente os atributos de todas as vitaminas num artigo único afigura-se, no mínimo, utópico. As vitaminas são tão determinantes para a saúde humana que devemos ser parcimoniosos e olhar, justamente, para cada uma delas, com o merecido detalhe. Para começar, devemos ser capazes de saber reconhecer as vitaminas lipossolúveis e conseguir distingui-las das hidrossolúveis. Já ouviram falar da “sigla” ADEK ? É uma forma fácil de se lembrarem quais as vitaminas que são lipossolúveis: a A, D, E e K . A lipossolubilidade apresenta-se como a habilidade própria de uma determinada vitamina ser capaz de atravessar uma série de barreiras orgânicas e, apresentando uma boa biodisponibilidade, conseguir distribuir-se (e acumular-se) em quantidades interessantes no sangue e nos tecidos adiposos e, por conseguinte, nos órgãos.   Um comportamento que podemos catalogar como periclitante, pois é estreita a linha que separa a margem nutricional e terapêutica destas vitaminas da sua

Detox vacinal

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Durante os anos em que lecionei farmacologia, uma coisa sempre foi clara para mim: “ Não há bela sem senão ”. Quero com isto dizer que qualquer medicamento alopático, xenobiótico, sintético, com ação farmacológica, não vai atuar apenas no alvo pretendido, mas também numa miríade de outros recetores não desejados, noutros tecidos, noutros órgãos. Daí o inevitável surgimento das reações adversas medicamentosas, também conhecidas como efeitos secundários. Para terem uma ideia, um simples paracetamol (acetominofeno), um fármaco que se vende ao balcão e se toma amiúde sem grandes inibições, em todas as idades, tem elevada toxicidade renal e hepática e uma dose única acima dos 10 gramas pode ser, inclusive, fatal. Muita gente desconhece este facto. A questão é que quando lidamos com um medicamento que apresenta vincados efeitos colaterais, temos a possibilidade de ajustar a dose ou até de fazer a retirada do medicamento. As vacinas têm, porém, uma particularidade muito mais periclitante: u