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Água e Ar

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Água Deveras polémica, a água suscita um rol de questiúnculas e mitos tais como: — A água deve ser altamente alcalina? — Devemos beber dois litros de água fora das refeições? — Podemos beber água da companhia ou só devemos beber água engarrafada? — A água das nascentes é perigosa? — Beber muita água das pedras faz mal? Neste ponto, creio que devemos ser sensatos. Temos de ter em consideração os aspetos práticos, higiénicos, éticos, ambientais e de sustentabilidade. Antes de tudo, é crucial ressalvar que dois terços do volume do corpo humano são água. Ou seja, num processo muito próprio, dinâmico, mais de metade de nós, do nosso corpo, em apenas dias, é renovada, lavada. Daí a relevância da qualidade da água que ingerimos. Para respeitar esta “lavagem” temos de compreender que há, grosso modo, dois ambientes: o fluido intracelular e o fluido extracelular. No interior das células ocorrem incontáveis processos bioquímicos fundamentais. Quando sobrecarregamos o corpo com medicament...

Afinal Deus é grande

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Nikola Tesla disse certa vez: “Se queres conhecer os segredos do Universo pensa em termos de energia, frequência e vibração”. Eu atrever-me-ia a incluir um quarto aspeto: a harmonia . Não a harmonia de nos darmos todos bem uns com os outros e com a Natureza — que também é necessário —, mas a harmonia de espaços, sons, luz, energia e frequências. Algo que sentimos, bem lá no íntimo, fazer total ressonância com o nosso espírito. Porque considero este artigo de vital importância, recomendo a leitura cuidadosa até ao final . E este — peço imensa desculpa — é um texto longo… Portanto, peço-vos encarecidamente para não pararem de o ler, porque este texto pode ser o ponto de inflexão que poderá mudar radicalmente a vossa perspetiva de se relacionarem com o mundo e até com o Divino . Se não for, será, no mínimo, uma viagem extasiante, uma prova de que Deus existe . Quero com isto dizer que depois de lerem estas linhas — sem querer criar falsas expectativas — não mais irão conseguir pensar ...

Descontaminação

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Nos dias de hoje é notória uma romantização — quase poética — do natural e do biológico. Com certeza seria desejável que, globalmente, todos os protutores de vegetais e frutas enveredassem numa transição pacífica para uma produção isenta de xenobióticos, abdicando de todos os fungicidas, pesticidas e outros fitoterapêuticos químicos. Contudo, entendemos que tal panorama se afigure manifestamente assintótico, até por questões económicas. Afinal, a produção biológica requer esforço e dedicação, por enquanto incompatível com a agricultura em massa que é praticada para satisfazer a procura. Depois, comprar vegetais e frutas provenientes da agricultura biológica pode acarretar uma enorme sobrecarga no orçamento familiar. O meu conselho — para quem vive afastado dos meios urbanos — vai no sentido de cada família ter a sua própria horta de frutas e legumes, onde só sejam usados fitoquímicos como último recurso. A jardinagem e o subsequente contacto com a terra promovem o earthing e o gro...

Adaptogénios

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Adaptogénios Temos o hábito de nos deixar chicotear emocionalmente com recorrência. Por vezes somos nós próprios a nos infligir essa dor emocional, por autoculpabilização desmesurada ou por preocupação injustificada. Paulatinamente, esse comportamento vai-nos deixando marcas profundas, cicatrizes, e os problemas desta forma enraizados são, por sua vez, ainda mais difíceis de debelar. Afinal, esta coisa do empurrar — push it forward — conduz-nos invariavelmente ao limite, sem forças para resistir, fazendo-nos mergulhar no tão famigerado esgotamento ou burn-out . Do cortisol à adrenalina, da serotonina ao GABA, passando pela dopamina, endorfinas e oxitocina, são inúmeras as hormonas e mediadores químicos que necessitamos que estejam em equilíbrio no nosso corpo, para nos sentirmos tranquilos e felizes. É sabido que a melhor forma de granjearmos esse equilíbrio é por métodos energéticos, sem o envolvimento de qualquer tipo de medicação e/ou suplementação, e que promovam a alteração...

Última chamada

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Teorias da conspiração. Clichés . Os termos “teorias da conspiração” e “fake news” entraram de tal forma no jargão corriqueiro das pessoas comuns, que até dói. “Comem” sem contestação qualquer polígrafo da treta que alimente adequadamente as suas necessidades emocionais mórbidas, de frustração e autocomiseração. A verdade é que "não há fumo sem fogo" e a história está repleta de exemplos. Para elas eu vocifero: “Há coisas bem piores do que a morte ou a doença!”. Uma delas é a perda da compaixão e do amor incondicional (sim, esse mesmo, que devemos nutrir pelos outros [que não têm qualquer relação familiar connosco], pela natureza, pelos animais e pelas plantas), um vazio existencial deixado por uma inércia, uma lassitude, que pode ser bem mais grave do que ficar simplesmente borrado de medo enquanto se assiste estarrecido aos números escarrapachados na TV de uma doença perfeitamente controlável (não da forma como foi feito no território nacional, como é óbvio). Estes últimos ...

Subversão

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"(...) por negligência ou intencionalmente, não foi capaz de te comunicar essa adenda a tempo de corrigires a irregularidade, como era, de facto, a sua incumbência. Entretanto, ficaste encalhado num incumprimento tácito.  — O que queres dizer com “intencionalmente”? — É peculiar de um país terceiro-mundista… Repara: os cofres estão vazios. Se eles conseguirem  "apanhar”, vamos supor, vinte como tu, neste distrito, vão reaver vinte vezes cinquenta… um milhão de euros. Se multiplicares este valor por todos os distritos, irão amealhar cerca de vinte milhões. E tudo de uma forma “legal”, estás a ver? Não se preocupam minimamente com as consequências que isto tem para as famílias… Para eles, o que conta são os números finais para apresentar nas notícias, em altura de eleições. José… somos meramente números… O tempo em que o nome, a honra, a palavra, a solidariedade ou a entreajuda valiam alguma coisa, já lá vai. Fomos invadidos por um bando de yuppies , tecnocratas, que só se inte...

Já não há heróis

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Somos confrontados, atualmente, com uma pletora de doenças da modernidade: as viroses (quando o clínico não consegue ou não quer correlacionar o agente etiológico com a patognomia), as disfunções da tiroide, as doenças mentais — nas suas mais variadas manifestações —, as doenças autoimunes (em que o agente causal é habitualmente negligenciado e classificado como desconhecido), entre outras. Contudo, submerge — com exuberância e de um modo absolutamente inusitado — a incidência (e a prevalência) de um grupo de doenças do foro otorrinolaringológico: as síndromes vertiginosas e as doenças de Ménière. Os sintomas variam, mas para estabelecer o diagnóstico de doença de Ménière — por regra — é sugerido o enquadramento de vários episódios de síndrome vertiginoso (com a duração superior a vinte minutos) com uma ansiedade acentuada, tinnitus (zumbido nos ouvidos), náuseas, vómitos e até uma perda de audição temporária. Uma vez mais a medicina alopática, impotente, alegando a incurabilidade da...